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Veja como o banco vai refazer o censo

28/07/2006 SEGURADO PODERÁ SER CHAMADO POR CARTA OU SER AVISADO QUANDO FIZER SAQUE EM CAIXAS ELETRÔNICOS NAS AGÊNCIAS. 22.725 TIVERAM PROBLEMA Os bancos usarão cartas e mensagens em caixas automáticos para chamar os segurados que terão de refazer o recadastramento da Previdência por causa de erros nas informações dadas no censo. O Bradesco terá de corrigir 2.063 cadastros de segurados convocados para a primeira etapa do censo. Eles serão informados na hora em que forem receber o seu benefício. A seguinte mensagem aparecerá na tela do terminal de auto-atendimento: "Sr.(a) beneficiário(a) do INSS, seu formulário de atualização cadastral está irregular, retorne ao local de entrega". Os segurados que recebem o benefício pelo Itaú e têm conta no banco serão informados quando usarem serviços do banco. A informação de que há problema com o recadastramento virá impressa num extrato, por exemplo. Os que não têm conta receberão aviso no dia de pegar o benefício. O Itaú não divulgou números do problema. Procedimento semelhante será utilizado pelo Banco do Brasil, no qual cerca de 6.000 benefícios tiveram erros -abreviação nos nomes dos segurados está entre eles. Os correntistas serão informados quando usarem um terminal de auto-atendimento. O banco também enviará cartas. Os números divulgados pelo Banco do Brasil incluem os problemas encontrados entre cadastros de quem foi convocado na primeira etapa do censo, que começou em outubro de 2005, e na segunda, feita desde março. A Nossa Caixa, inicialmente, usará o telefone para chamar 96 segurados dos 59 mil previstos para a primeira etapa de acordo com o último levantamento por instituição divulgado pelo Ministério da Previdência, em fevereiro. Outros 65 cadastros apresentaram problema, mas estão entre os 349 mil da segunda etapa que cabem ao banco. Anteontem, o ministro da Previdência, Nelson Machado, informou que 22.725 cadastros da primeira etapa estão no que chamou de "estado de crítica": com erro no cadastro. Esses benefícios não foram ainda bloqueados, mas o Ministério da Previdência os inclui entre os 71 mil da primeira etapa que podem se somar a 50 mil já cortados. Não foi informado um prazo para que os bancos façam as correções antes de uma eventual suspensão. (Agora São Paulo)





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